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Equipe IBRRA Seminograma Espermograma

Março 29, 2012

pai1 Infertilidade Masculina: Prevenção com informação e planejamento familiarCerca de 20% dos casais em idade reprodutiva não conseguem engravidar após um ano na tentativa, segundo a Organização Mundial de Saúde. Um a cada cinco destes tem como causa ainfertilidade masculina. Ao contrário do que se pensa, na maioria das vezes a gestação pode ser alcançada com tratamento especializado. “Por isso, os homens que apresentam alguma alteração emespermogramas e análises seminais devem procurar ajuda médica”, salienta Juliano Scheffer, especialista em Reprodução Humana e diretor científico do Instituto Brasileiro de ReproduçãoAssistida (IBRRA). O médico acrescenta ainda que, quando se fala em infertilidade masculina, é preciso não confundir com virilidade. Segundo Scheffer após uma avaliação seminal alterada, muitos homens guardam o exame e não querem mais falar sobre isso. “Ao tratarem o tema como um tabu, eles deixam de comemorar o Dia dos Pais por falta de conhecimento”, comenta.
A maior parte dos fatores masculinos de infertilidade está relacionada à produção de espermatozóides. O importante é diagnosticar adequadamente as causas – que podem ir de inflamações, disfunções hormonais, doenças prostáticas a cânceres – e indicar o melhor tratamento. “As chances de sucesso são altíssimas”, afirma.
O especialista explica que, após o advento da Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóides (ICSI), os índices de gravidez em clínicas de Reprodução Assistida aumentaram muito. “Na ICSI precisamos de apenas um espermatozóide para cada óvulo. Para nós, que tratamos a infertilidade com procedimentos de alta complexidade, um espermograma que indica a presença de espermatozóides móveis é suficiente para tentar o tratamento”, esclarece.
Para detectar a infertilidade masculina, o sêmen deve passar por várias análises, como as citológicas e as bioquímicas. “A fragmentação do DNA dos espermatozóides é um dos procedimentos indicados para avaliar o grau de alteração dos gametas masculinos”, avalia o diretor do IBRRA, clínica que há mais de quatro anos trata exclusivamente a infertilidade. A avaliação nuclear dos espermatozóides é outro fator fundamental ao sucesso dos tratamentos de reprodução assistida. “A presença e ascaracterísticas dos vacúolos nucleares afetam a qualidade embrionária, diminuindo a taxa de gravidez e aumentando a chance de aborto e embriões com más formações”, explica.

 

By Site Corposaun

Equipe IBRRA Sem Censura Leda Nagle Dr Bruno Scheffer

Março 27, 2012

Dr Bruno Scheffer Programa Sem Censura Leda Nagle

Março 27, 2012

Acompanhe o video da entrevista de Dr Bruno Scheffer no Programa Sem Censura na Leda Nagle

http://tvbrasil.org.br/semcensura/videos/

Equipe IBRRA Dr Bruno Scheffer Programa Sem Censura com Leda Nagle

Março 23, 2012

Dr Bruno Scheffer participará do programa SEM CENSURA com Leda Nagle falando sobre os avanços da Medicina Reprodutiva

Revista Marie Claire – Equipe IBRRA – Dr Juliano Scheffer – Mitos e Verdades em Infertilidade

Março 19, 2012

REPORTAGEM SAÚDE 17/03/2012

Fertilidade: mitos e verdades

 
 
 

O estresse pode prejudicar a fecundação? Tomar pílula por muito tempo pode deixar infértil? Depois dos 35 anos fica mais difícil engravidar? Especialistas respondem a essas e outras perguntas mais comuns nos consultórios

Por Thais Szegö. Foto: getty images
   Getty Images
 

1. Chegar ao orgasmo aumenta as chances de gravidez. 
Mito
 Sabe-se, porém, que, durante esse momento de extremo prazer, o útero se contrai e, ao relaxar, pode provocar uma pressão negativa que facilitaria a ascensão dos espermatozoides. O orgasmo masculino, por outro lado, está diretamente ligado à fecundação. Quanto mais excitado o homem está, mais espermatozoides ele tende a ejacular.

Leia mais: estudo comprova que o amor tem o mesmo efeito das drogas no cérebro

2. A alimentação influencia na fertilidade, por isso, as vegetarianas têm mais dificuldade para engravidar. 
Verdade
 Mas com ressalvas. Uma boa alimentação é determinante para o funcionamento de todos os órgãos, por isso, qualquer deficiência nutricional pode prejudicar a saúde reprodutiva. A obesidade e o baixo peso também são nocivos, pois as alterações hormonais e inflamatórias que causam interferem em todas as etapas: ovulação, fecundação, implantação e manutenção da gravidez. O mais importante é que a alimentação seja composta por proteínas, carboidratos, gorduras, fibras, minerais e vitaminas, ou seja, deve ser variada. No caso das vegetarianas, a fertilidade só é afetada se houver alguma deficiên­cia nutricional. Alguns nutrientes em especial têm influência direta sobre as chances de engravidar, como o selênio e o iodo, que equilibram a produção dos hormônios ligados à reprodução. A vitamina C protege os óvulos dos radicais livres, o ferro é necessário para a ovulação e a falta da vitamina D está ligada à dificuldade para engravidar.

3. Tomar pílula anticoncepcional por muito tempo diminui a possibilidade de ter um bebê. O mesmo acontece com a pílula do dia seguinte. 
Mito
 Por serem bastante similares aos hormônios naturais da mulher, o estrogênio e a progesterona da pílula dificilmente trazem problemas a uma futura gravidez. Também não é necessário fazer pausas entre as cartelas e o retorno dos ciclos ovulatórios acontece logo no primeiro mês após a interrupção do tratamento. Em alguns casos, o uso da pílula até aumenta as chances de gravidez, pois ajuda no tratamento de problemas como endometriose, miomas e cistos — causas de infertilidade. Mas é importante lembrar que outros contraceptivos, como os injetáveis, podem, sim, dificultar esse processo em curto prazo, pois permanecem no organismo por um longo período. Segundo especialistas, a pílula do dia seguinte usada da maneira correta não tem qualquer ação positiva ou negativa sobre a fertilidade.

4. A posição na hora do sexo é determinante para engravidar. 
Depende
 Essa questão divide os especialistas. A maioria afirma que as chances de fecundação são as mesmas independentemente da maneira como a relação acontece. Mas algumas teorias defendem que o ideal é que o sêmen seja depositado no fundo da vagina, facilitando o caminho dos espermatozoides pelas trompas de falópio para encontrar o óvulo. Ou seja, a gravidade poderia ser um problema quando a mulher está de pé, por exemplo. O quadro perfeito, então, seria o homem ficar por cima da mulher.

5. Mulheres que possuem ovário policístico não podem engravidar. 
Verdade
 Mas com ressalvas: o fato é que elas encontram mais dificuldades. A síndrome do ovário policístico é uma desordem do sistema endócrino que provoca um desequilíbrio hormonal e é a principal causa de falta de ovulação e infertilidade. Pode provocar também sintomas como acne, manchas na pele, pelos em excesso e sobrepeso. Nessas mulheres costuma ocorrer ainda uma queda de 5% a 10% na fertilidade, porém quase 90% delas engravidam espontaneamente nos dois primeiros anos.

6. O estresse prejudica a fecundação. 
Depende
 Este é mais um item que não tem um consenso. Uma revisão de 14 pesquisas sobre o assunto realizadas pelo Centro de Estudos de Fertilidade da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, mostrou que não há ligação entre os dois fatores. Mas alguns especialistas afirmam que isso pode não ser verdade. Eles dizem ter acompanhado casos de mulheres que só conseguiram engravidar naturalmente depois de terem o primeiro bebê por meio da fertilização in vitro ou quando estavam de férias. Mas, apesar de toda essa discussão, não há dúvidas de que o estresse tem influên­cia sobre os hormônios e, por isso, pode interferir na fecundação. Além disso, não se pode esquecer que passar por uma fase de nervosismo extremo pode prejudicar o desejo e a excitação.

7. Depois dos 35 anos fica mais difícil engravidar. 
Verdade
 A partir dessa idade há uma redução na quantidade e na qualidade dos óvulos. Antes dos 35, a chance de engravidar gira em torno de 32% e entre 35 e 37 anos esse número cai para 26%. A prevalência de mulheres inférteis aos 35 é de 11% e aos 40, de 33%. A possibilidade de ter um filho cai em média 15% ao ano a partir dos 37.

8. Um aborto (espontâneo ou não) reduz as chances de a mulher engravidar novamente. 
Mito
 O aborto em si não está diretamente ligado a impossibilidade de uma futura gravidez. Toda mulher que engravida corre 20% de risco de abortar, mas ele pode ser um sinal de que algo está errado e, por isso, a sua causa deve ser investigada. Quando isso acontece espontaneamente com menos de 12 semanas, o principal motivo é o defeito genético do embrião. Porém, se houver três ou mais abortos espontâneos, o casal deve ser minuciosamente avaliado, pois a chance de eles perderem um bebê no futuro é alta. Outro ponto importante é o atendimento pós-aborto. Todo procedimento cirúrgico, a curetagem ou histeroscopia cirúrgica, nesse caso, pode afetar a fertilidade por interferir na implantação do embrião, que adere ao útero para se desenvolver.

9. Quem tem o útero invertido tem mais dificuldade para engravidar. 
Mito
 Na maioria das mulheres, a boca do órgão é voltada para frente, como se ficasse em pé no fundo da vagina, mas estima-se que de 15% a 25% das vezes ele esteja voltado para a região posterior do corpo. Estresse físico pós-parto ou envelhecimento natural podem causar o mesmo efeito. Mas o fato de o útero estar virado para um lado não prejudica a fertilidade. O que pode acontecer é que, nesses casos, haja maiores chances de a mulher apresentar endometriose, doença que pode afetar a fecundação.

10. Atletas ou mulheres que se exercitam demais podem ter maior dificuldade em engravidar. 
Verdade
 Excesso de exercícios pode alterar a produção hormonal por vários motivos, inclusive pela diminuição exagerada da gordura do corpo, que é importantíssima na produção e na conversão hormonal — sua queda pode causar uma alteração (ou até suspensão) dos ciclos menstruais. A ovulação também pode ser prejudicada.

Fontes: Isaac Yadid, diretor médico da Clínica Huntington de medicina reprodutiva, no Rio de Janeiro. Joji Ueno, ginecologista e diretor da Clínica Geral, especializada em infertilidade, e do Instituto de Ensino e Pesquisa em Medicina Reprodutiva de São Paulo. Juliano Scheffer, diretor científico do Instituto Brasileiro de Reprodução Assistida. Maria Cecília Erthal, especialista em ginecologia, obstetrícia e reprodução assistida, diretora médica do Vida, o Centro de Fertilidade da Rede D’Or, que reúne laboratórios e hospitais no Rio de Janeiro.

 

SUPERICSI – IMSI – Avaliação nuclear dos espermatozóides

Março 6, 2012

O SUPERICSI/IMSI avalia as organelas dos espermatozóides com maior precisão, por aumentar em mais de 6500x as estruturas dos gametas masculino. A avaliação nuclear dos espermatozóides é fundamental ao sucesso dos tratamentos de reprodução assistida.  A presença e as características dos vacúolos nucleares afetam a qualidade embrionária, diminuindo a taxa de gravidez e aumentando a chance de aborto e embriões aneuplóides.

Os parâmetros nucleares avaliados são por exemplo simetria e configuração oval, extrusão ou invaginação da massa nuclear e homogeneidade da cromatina nuclear (presença, número e área nuclear ocupada pelo vacúolo) entre outros.

O IMSI apresenta uma taxa de implantação de 22 a 30%, de gravidez de 50 a 70%, de fertilização de 60% a 70%, de aborto de 10 a 15% enquanto que o ICSI convencional demonstra respectivamente taxas de 15 a 17%;  30 a 40% , 45 a 55% e de 30 a 40%.

NO IBRRA, REALIZAMOS O SUPERICSI OU IMSI QUANDO INDICADO A FERTILIZAÇÃO IN VITRO

Jornal Estado de Minas Portal UAI Equipe IBRRA Gestante e Carnaval Dr Juliano Scheffer

Fevereiro 15, 2012

 

Especialista explica cuidados que mamães devem ter no carnaval

 

Tábita Martins - Estado de Minas

Publicação: 14/02/2012 16:54 Atualização: 14/02/2012 17:04

Carnaval é tempo de fantasia, tempo de brincar, de divertir, de “soltar a franga”. É tempo de alegria e de fazer muita farra com os amigos, ou de viajar e descansar. Mas diante de tantas opções e de tantos dias de folga, como as mulheres que estão grávidas podem aproveitar sem colocar em risco a saúde do bebê? Será que há alguma contra-indicação para as mamães do país mais carnavalesco do mundo? 

O médico Juliano Sheffer, especialista em reprodução humana e diretor científico do Instituto Brasileiro de Reprodução, respondeu as principais perguntas feitas pelas gestantes nesta época do ano.

Estou grávida, posso viajar?

Não orientamos a viagem nos primeiros três meses por haver risco de aborto e nem nos últimos dois, por risco de parto pré-maturo. Toda gestante tem que ter em mente que durante os nove meses precisa estar sem lugares com acesso rápido a um hospital e um médico de apoio e se a viagem for longa pode ser difícil encontrar um ponto de apoio caso haja necessidade ou algum problema.

Posso pular ou dançar durante a folia?

A maioria das gestações é considerada de baixo risco, por isso não existem contra-indicações. No entanto, há dois riscos para estes casos. Como o sitema respiratório da mulher é modificado por causa do tamanho da barriga ela pode sentir falta de ar e precisa parar imediatamente para evitar problemas cardiovasculares. O outro risco é que a mulher tem que evitar o traumatismo abdominal, que pode ocorrer com colisões e choques em outras pessoas.

Posso ter relações sexuais?

Não há contra-indicações para o sexo. Mas para alguns casos especificos é necessário evitar, como mulheres com placenta baixa ou com sinais de sangramento. As gestantes solteiras também devem se prevenir e fazer uso da camisinha, pois doenças sexualemente transmissíveis, como Aids ou sífilis podem ser transmitidas também ao feto.

Quais são as principais recomendações dos médicos?

-Quando a mulher está grávida a tendência é o aparecimento de manchas, por isso o uso do filtro solar é muito importante.
-Se for viajar é importante fazer pequenas paradas, pois longas viagens sem pausas podem causar trombose e varizes
-Evitar casas de parentes e amigos que tenham cachorros ou gatos se a gestante é suscetível a toxoplasmose, pois a doença acarreta aborto e o nascimento de fetos mal formados.

 

 

http://www.em.com.br/app/noticia/especiais/carnaval/2012/02/14/noticias_internas_carnaval,278015/especialista-explica-cuidados-que-mamaes-devem-ter-no-carnaval.shtml

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